Charlinho quer gerar emprego para Itaguaí, mas tem gente (Política) que não quer deixar
Em seu pronunciamento feito durante evento de assinatura dos convênios assinados pela Prefeitura de Itaguaí com o Governo Federal e a CEF, o Prefeito Charlinho aproveitou a oportunidade para explicar à população que, apesar de não ser responsabilidade de sua área de atuação enquanto Prefeito da Cidade, ele vem se desdobrado e não poupa esforços para garantir um número maior de vagas de empregos para os cidadãos de Itaguaí.
“Estou solidário com o sentimento popular que clama por mais oportunidades de empregos para nosso povo, porém cada frente real de vagas de emprego que se abre em Itaguaí, acaba sendo repelido por sentimentos toscos de pequenos grupos políticos que torcem contra a cidade. Estes só pensam no benefício deles próprios. Só atuam, sempre nos bastidores, para levar algum tipo de vantagem em jogadas suspeitas que saem da cena do jogo limpo que deve reinar na Política. Este mesmo grupo que agora quer interromper nossa caminhada rumo ao progresso, foi o mesmo que até pouco tempo atrás me bajulava. Não sou homem de viver de bajula-ções, sou homem de ações práticas acostumados a cumprir acordos. Odeio traições em troca de favores pessoais. Isto eu Não aceito em hipótese alguma”, desabafou o prefeito Charlinho, avisando a Platéia que vereadores bons são aqueles que trabalham para o povo junto com o Prefeito.
“Agora, temos a oportunidade de fechar este negócio com a LLX, o Porto Sudeste, que está acenando para nós com um caminhão de empregos a serem futuramente criados na cidade e para a gente da cidade. Pois, muito bem, já existe uma manobra política sórdida para fechar esta porta que se abriu, não para mim que estou empregado como Prefeito, mas para o povo que precisa de emprego para ter condições de sustentar com dignidade suas famílias”, criticou a atitude do Grupo do G6 o Prefeito Charlinho.
Charlinho se lembrou ainda de um episódio ocorrido nesta semana, quando a porta principal da Prefeitura, o Hall de acesso aos gabinetes e repartições Públicas do prédio, foi tomado pela fúria de pessoas desesperadas por empregos. Mesmo sabendo que aquela manifestação era mais uma manobra armada por quem não tem mais o que fazer, Charlinho solicitou que sua assessoria fizesse o cadastro daquelas pessoas, para que, posteriormente, ele as recebesse em seu gabinete em audiência pessoal.
“Não posso empregar todo mundo na Prefeitura, bem que gostaria, mas é contra a Lei de Responsabilidade Fiscal. Tenho um determinado teto do dinheiro que é arrecadado para consumir exclusivamente com a folha salarial do servidor. Está lá na Lei e não sou um irresponsável, como os que prometem emprego a todo mundo e depois não honra com o compromisso”, explicou seu drama Charlinho.